F1 na Malásia

Pessoas!! Há quanto tempo!!!

:D

Não morri, só estou imersa em jornadas laborais de 15h (e não estou brincando!) - trabalhar com serviços financeiros que impactam em 3 países não faz a Srta aqui ter muito tempo livre pro blog. Snif.

Mas, nos meus raros momentos de folga nos últimos meses, tive tempo de arrumar um lugar lindo para viver com meus livros e minhas neuras (um cantinho só meu!), voltar para a academia (senão o figuim não aguenta essa vida loca!) além de curtir muito quem realmente importa. E, algo que já estava planejado desde o começo do ano, fui à minha primeira corrida de Fórmula 1, semana passada.

Entrada do autódromo

Sepang Circuit

Eu não sou uma pessoa realmente fanática por esportes. Nenhum deles. Mas assistir a um Grand Prix da arquibancada, do camarote ou até do morrinho, sentado na grama e debaixo de chuva, é algo que todo mundo deveria fazer uma vez na vida - e olha que até basta, porque qualquer esporte é melhor de se ver pela tevê, no melhor ângulo da transmissão e com replay.

 Mapa da pista
 
Vista do Main Grandstand
 
 
Espectadores
 
O som dos motores, a atmosfera de competição, os murrinhos no ar celebrando uma ultrapassagem bem sucedida: tudo te faz entrar no clima da corrida. Da minha arquibancada consegui uma boa parte do circuito; tirei bastantes fotos e fiz alguns filminhos (porque na parte mais rápida da pista, qualquer ponto sai borrado).
 
 Volta de apresentação 

Lotus
 
 Quase um camarote ; )
 
 Ferrari
 
Fórmula 1 é algo meio entediante para se ver ao vivo; em 56 voltas, na 10ª já fica chato. Daí a maioria do pessoal sai pra comprar um cachorro-quente enquanto espera as paradas nos boxes. Mesmo assim, eu gostei - nem me importei em levar TRÊS HORAS para chegar em casa, devido ao engarrafamento. Como não estava dirigindo, fui só curtindo a paisagem. 

 Essa foto é dedicada à minha amiga Nice! =P
 
 Talvez até antes, em Singapura... 

: : Em KL, 18h30.
: : Ouvindo: Editors.

Das relações exteriores malasianas

Começou com a Tunísia e o governo da Malásia manteve-se calado. Os jornais limitavam-se a noticiar os confrontos como quem narra um jogo de bocha. Não havia comentários, análises políticas, nada.

Aí veio o Egito e, de repente, qualquer um se espanta: o governo malasiano, também baseado em uma ditadura teocrática (por mais que eles sempre rejeitem esse rótulo), defende publicamente as manifestações populares no país africano! O Primeiro Ministro, em vários de seus discursos desde o início da insurgência, afirma "em nome do governo e do povo da Malásia" que um dos efeitos da globalização é dar voz aos indivíduos. A solução no Egito passa pela vontade de seus cidadãos. Oi?

Uma operação de retirada de malaios do Egito foi iniciada no começo desta semana. A Força Aérea e a Marinha foram enviadas a Cairo e Alexandria para resgatar as 11 mil pessoas vivendo no país, a maioria estudantes universitários. Somando-se ao apoio democrático, outro fato também é curioso: os malaios estão sendo levados à Jeddah para de lá serem embarcados à Malásia! O apoio da Arábia Saudita é tamanho que o próprio Príncipe Abdullah está patrocinando alguns vôos - mas, não foi ele mesmo quem garantiu exílio a Ben Ali, o ex-presidente daquele país também do norte da África que a Malásia nem quis saber?!

Ok, ok, vamos tentar entender essa (in)equação. Externamente, a Malásia é vista como um dos países muçulmanos mais liberais, sendo exemplo para a emancipação democrática dentre as nações islâmicas. Lida bem com a China, os Estados Unidos (???) e possui inúmeras relações comerciais com o Irã - ninguém questiona as joint-ventures milionárias no ramo da construção civil e de oléo e gás. Enquanto isso, o repórter que noticia a manifestação anti-Mubarak em frente à Embaixada Norte-Americana de hoje de manhã é o mesmo que cobre o julgamento de mais um blogueiro preso por discordar de algum apontamento na política interna.

Se o Movimento dos Não-Alinhados ainda existisse, a Malásia certamente estaria nele. Seu desenvolvimento econômico nos últimos anos tem sido exponencial - sem alarde, porém. Garantir mercados para seus produtos é o que faz o Estado dançar como bem entende - sem a influência desta nação capitalista ou daquele governo teocrático. Hillary Clinton esteve aqui no começo do ano e o assunto "Irã" não foi levantado em nenhum momento. Iranianos têm entrada livre na Malásia e seus representanes políticos ou comerciais anunciam novas empreitadas com frequência. Mesmo sendo constitucionalmente islâmico, o país também aplica duras penas a jihadistas, perseguindo células de grupos indonésios e africanos. Ao contrário do que se passa com Tunísia, Israel, Egito, Arábia e Iêmen, a Malásia escolheu sozinha um lado: o próprio.

(Alguém aí já pensou, por acaso, no gasoduto Egito-Israel no meio dessa bagunça? Nas sabotagens que já começaram e no potencial de negócios para este país de cá, ao ver um governo desestabilizado e consumidores sem fornecimento?)

Uma pena que essa liberdade da política exterior não se reflita muito nas políticas nacionais. Mas, como eu já disse por aqui, isso é outra história, a ser contada longe da Ásia.


: : Em KL, 23h45.
: : Ouvindo os tambores do Ano Novo Chinês.

Feliz Natal!!!

Esse blog não foi interrompido. Ele só tirou férias, pois assim como a autora, precisávamos. 

Nesses últimos dois meses, já mudei de planos várias vezes - e depois de uma temporada no Brasil, já decidi o que fazer no próximo ano - ou não. =P

A maior lição que a vida nos pode dar é que ela é incontrolável; deixe-se levar de vez em quando ao invés de decidir tudo. Apesar do pragmatismo, sempre tentei aproveitar o melhor dos mundos e enxergar oportunidades onde elas parecem inexistentes. Até agora, tem dado certo.

E de certo, para o novo ano, só a ponte aérea Brasil - Malásia. As paradas intermediárias, as mudanças de rota e todas as emoções que essa viagem traz ainda estão a serem escritas.

Um Natal abençoado e um 2011 de lutas e conquistas a todos. Linus e eu agradecemos!


Até ano que vem!!


: : Srta D., de férias e em casa.

10 dias na Tailândia: Phuket e Bangkok

Continuando minha viagem pela Terra da Liberdade, agora falo da etapa não tão boa da jornada. Após Phi Phi, passamos duas noites em Phuket e mais três em Bangkok, a capital. A primeira cidade é a mais famosa ilha do sul do país, principalmente para o turismo sexual. Qualquer europeu sabe onde fica Phuket e sempre falará muito bem de lá. Aham. ¬¬'

Ficamos em Patong, uma praia de areia marrom e mar violento - mas onde está toda a 'ação'. O melhor de Phuket é que é possível alugar motos por R$10 a diária e rodar a ilha toda. As praias mais afastadas (leia-se, a 20 minutos de distância) têm águas mornas, calmas e azuis como Phi Phi.

Bangla Road e um de seus bares-boates
 
 Auto-explicativo
 
Auto-explicativo (de novo!)
 
Uma foto bonitinha pra contrabalancear
 
Em Phuket, os esquemas e os aliciadores começam a dar as caras. Sempre há um cara que aparece do nada querendo te vender um tour, arrumar um tuk-tuk de confiança ou achar a garota ou garoto perfeitos. Tudo isso incomoda muito, mas quando chegamos em Bangkok, começamos a agradecer pelos aliciadores do sul serem mais amigáveis.

Tuk-tuk tailandês: fique longe de todos eles!!
 
Bangkok é suja, desorganizada e poluída. De acordo com o Rajibul, "é como Dhaka [capital de Bangladesh], mas com menos gente". Mesmo assim, o melhor conselho que posso dar a todos que pretendem visitá-la é: organize tudo antes, escolha um hotel perto do metrô ou de um píer - Bangkok é a Veneza da Ásia, dizem por aí - e reserve um tour direto do hotel. Pode parecer caro, mas é a melhor opção pra evitar dores de cabeça, discussões incabíveis e um assalto velado. Afinal, a Tailândia toda é muito barata, não vale a pena economizar nisso.

O melhor de Bangkok, para mim, realmente foi estar em Khao San Road - a meca dos mochileiros na Ásia. Antes, uma rua só com albergues minúsculos e sujinhos, hoje possui várias faixas de alojamento, para todos os bolsos. Vários bares, boates, lojas e tudo - TUDO - que alguém precisa comprar, ter e alugar na Tailândia. Matei a saudades dos bares com mesinhas na calçada e comida barata, além de fazer umas compras: basicamente, camisetas regata e saias, coisas que não existem do meu tamanho na Malásia - ou não existem, no sentido estrito da coisa.

Soi Rambutri, Khao San area (Foto: Rajibul Hasan)
 
Na Tailândia, tudo é falsificado: até diploma de Cambridge, credencial de imprensa e brevê de piloto (Foto: Rajibul Hasan)
 
 E para deixar bem claro que tudo pode, falsificação à luz do dia.

E isso foi o que visitamos em Bangkok:

Wat Phra Kaew (The Temple of The Emerald Buddha)
 
Wat Phra Kaew (The Temple of The Emerald Buddha)
 
Wat Phra Kaew (The Temple of The Emerald Buddha): pinturas ao redor do templo contam as histórias do Budismo
 
Wat Phra Kaew (The Temple of The Emerald Buddha): detalhe do linguarudo. É bom notar que a maioria dos pontos turísticos tailandeses, inclusive os que recebem alto número de turistas, não possuem orientações ou legendas em inglês - tudo para que você contrate um guia e gaste mais um pouco.


The Grand Palace
 
Floating Market: Bangkok possui uma rede de canais imensa e aos fins de semana, a feira é na água.
 
Floating Market
 
Wat Arun (Temple of Dawn)
 
Wat Arun (Temple of Dawn)
 
 Wat Arun (Temple of Dawn). Foto: Rajibul Hasan

Já estou cansada de ver construções parecidas e templos budistas. O mercado flutuante, que antes eu só conhecia nos filmes, e Wat Arun foram de longe os que mais me emocionaram. De resto, Bangkok só é interessante para quem faz turismo de compras. Passeios de elefantes e cachoeiras estão ao redor da capital e não tivemos tempo de viajar para fora dela.

Ao fim de dez dias na Tailândia, ainda precisamos enfrentar o trânsito caótico da cidade e quase chegamos atrasados ao aeroporto. A conclusão é que, mesmo com todos os perrengues e com a chuva, eu quero voltar - e fazer tudo aquilo que não pude, além de repetir os mergulhos e os pulos na praia. Para as praias tailandesas, eu volto a qualquer momento - de preferência, com uma companhia à altura. Para Bangkok, só sairia de Khao San para visitar os lugares históricos ao redor da cidade.


:: Em KL, 23h49.
:: Ouvindo: Linkin Park
:: Flickr

10 dias de Tailândia: Krabi e Phi Phi

Ao voltar de Singapura e na correria das mudanças que sempre nos pegam de surpresa, estava ansiosa pela viagem mais longa do último ano: Tailândia! ***sorrisos largos*** Algumas praias e a capital seriam exploradas em 10 dias, com a companhia de outros dois colegas de trabalho. Aproveitamos que ainda é estação chuvosa naquele país e pagamos baratinho em hotéis e passagens aéreas. Sendo o clima tropical como o da Malásia, a chuva vem no fim do dia, por trinta minutos, e depois desaparece deixando só o calor.

Começamos pelo sul; Krabi foi onde passamos a primeira noite. Escolhemos Ao Nang, a praia mais procurada pelos turistas europeus. Me recomendaram ficar ali porque foi o lugar reconstruído com mais infra-estrutura depois do tsunami de 2004 - mas sempre é bom lembrar que estamos na Ásia e os padrões são diferentes. Há sim estrutura, mas não há cuidado com saneamento e descarte do lixo.

Nesse dia, não fizemos muito. O céu nublado e a brisa fresca nos ajudaram a entrar no clima de preguiça da viagem. Como havia chovido muito na noite anterior, o mar estava bravo e as bandeirinhas vermelhas na areia não nos animaram. Em Ao Nang, esta não é branca e a água também não é muito clara. Com o entardecer, era hora de experimentar frutos do mar e relaxar com uma massagem tailandesa (a tradicional!!!). Por 250 Bath (R$ 12,50) tive uma hora da melhor e mais completa massagem que já experimentei! Começo a achar que essa vida asiática tem sim um monte de vantagens... rs

Ao Nang, Krabi

A cada 50m, uma placa nesse estilo

Mar agitado e pensamento longe
 
A recepção hoteleira mais fofa dos últimos tempos! : )

 E quem liga pra chuva com uma piscina dessas?! Repare que cada chalé tem seu próprio acesso à água.

No dia seguinte, partimos rumo à Phi Phi (leia Pee Pee), o arquipélago-paraíso na Terra. O acesso é somente por barco e o nosso tíquete incluía também o traslado do hotel ao píer. Ko Phi Phi ('Ko' significa 'ilha' em tailandês).

Passeando de barquinho
 
Copiando Halong Bay

Entre Krabi e Phuket, no Mar de Andaman, existe esse parque de seis ilhazinhas quase que intocadas, à exceção da maior delas, Ko Phi Phi Don - antes uma vila de pescadores, hoje explorada pelo turismo. Ko Phi Phi Leh e sua Maya Beach foram locações do filme 'A Praia' e a maioria dos turistas dirigem-se ao sul da Tailândia por conta só desse pedacinho. Ali, não é possível pernoitar e as autoridades tentam ao máximo evitar qualquer tipo de desenvolvimento para preservá-lo. As demais ilhas são basicamente formações rochosas de calcário que emergem do mar - assim como Halong Bay, no Vietnã.

Em três noites, andamos por toda Ko Phi Phi Don e fizemos snorkelling ao redor do arquipélago. Nem chuva ou tsunami tiram a beleza daquele lugar.

Ton Sai Bay
 
Loh Dalum Bay, em uma tarde de maré baixa
 
Velejando por Ko Phi Phi Leh
 
Maya Beach - The Beach!
 
Snorkelling em Long Beach, Ko Phi Phi Don

Peixinhos felizes

Pôr-do-sol em Ton Sai Bay

Phi Phi foi mais afetada que Krabi durante o tsunami. Em Ko Phi Phi Don, as duas partes da ilha são ligadas por um istmo, fazendo surgir duas baías. Neste espacinho, a menos de 2 metros do nível do mar, é onde se concentra toda a população da ilha - e a parte turística também. Em 2004, o mar das duas baías recuou, formando duas ondas gigantes que se encontraram no meio da ilha. Em Ton Sai Bay, onde ficamos hospedados, a onda foi de 3 metros de altura. Em Loh Dalum Bay, 6.5 metros. A força da água inundou toda a ilha e arremessou rochas para o alto mar, afetando as vilas flutuantes e quebrando as paredes de calcário. 70% de todas as construções foram destruídas. 6 meses depois, ainda com muito trabalho a ser feito pela reconstrução, 23 mil toneladas de lixo já havia sido recolhidas e 1200 pessoas ainda estavam desaparecidas. O número de baixas ainda é incerto, mas é estimado em 4 mil.

Correndo para as montanhas
 
 O ponto mais alto da ilha. À esquerda, Ton Sai. À direita, Loh Dalum.

É MEU! (Foto: Rajibul Hasan)
 
Paz (Foto: Rajibul Hasan)
 
6 anos depois, ainda com alguns hotéis fechados e construções acontecendo, Krabi, Phi Phi e Phuket desenvolveram um sistema de vigilância preventiva contra tsunamis e desastres naturais. As rotas de evacuação estão bem definidas por todos os lugares e os hotéis disponibilizam mapas das saídas de emergência com o aviso 'Se ouvir uma sirene, não entre em pânico. Corra para o lugar mais alto que encontrar'.

Preocupação dentro do quarto...
 
 ... e nas ruas também. (Foto: Vem)
 
Ainda que Phi Phi seja ponto obrigatório na rota dos mochileiros - Loh Dalum é famosa pelas beach parties diárias onde tudo é regado a muito álcool -, há espaço para casais em lua-de-mel e famílias com crianças. Todos se interagem e respeitam os espaços de cada um.

Auto-explicativo
 
Deixando Phi Phi rumo à Phuket, pensei que poderia ter arranjado mais um dia em Krabi e quase uma semana nadando em Maya Beach. Voltarei, com toda a certeza.

O turismo sexual nessas duas primeiras paradas não saltou aos olhos como em Phuket. Esta é conhecida em todo o mundo pelas facilidades que esbarram nas pessoas a cada esquina. Patong Beach e Bangla Road ficam para o próximo post.

:: Em KL, 02h09, já de terça.
:: Ouvindo: Kings of Leon.

:: Flickr

Este não é um post sobre Singapura

Muitos dos meus textos escrevo à mão, antes de sentar-me na frente do pc - o último foi produzido em Singapura, meu mais novo carimbo no passaporte. Agora que sou uma largada da vida (leia-se desempregada), sobra tempo para viajar. 

Mas este não é um post sobre Singapura - e nem é porque a cidade não possui muitas atrações. Sim, é uma cidade-shopping, mas achei muito dinâmica! Artística e cultural também: vários museus, exposições... sempre há algo acontecendo, de graça ou a preços acessíveis. E, se você mora lá, com certeza tem dinheiro o bastante para sair da ilha quando quiser - para descansar do mundo onde tudo é limpo e funciona direito.

Este não é um post sobre Singapura, apesar de eu ter ficado lá por três noites. Viajei sozinha e nunca me senti tão segura em toda a minha vida! Pelas manhãs, chovia e eu não pude visitar todos os lugares que tinha em mente. Aproveitei o tempo para conhecer novas caras e ouvir histórias inéditas na área comunal do albergue.

Este não é um post sobre Singapura porque estava lá por não poder estar na Malásia - o visto de trabalho vencera e eu precisava ganhar um novo período legal no país. Este é um post sobre como as mudanças aparecem feito tsunami - e tal como ele, devastam se você não estiver preparado e seguro de quem se é.

Em Singapura e no meio do refluxo, tive dúvidas, fiquei nervosa, quis pedir arrego - mas não havia ninguém, a não ser eu mesma, para me ajudar. E isso bastou.

Este não é um post sobre Singapura porque ainda espero a maré baixar e descobrir o que o mar me trouxe. Sinto que Singapura ainda me verá de novo - e eu anseio por isso.

Entre uma reflexão e outra, algumas fotos:

Casa de chá no Asian Civilizations Museum

Clarke Quay (Distrito Financeiro) durante o anoitecer

Mostra sobre a exposição midiática nos Esplanade Threatres

Merlion, o leão-sereio símbolo de Singapura. O nome da cidade-estado data do século XIII, quando o barco de um príncipe de Sumatra naufragou perto da ilha. Buscando refúgio em terra firme, o nobre avistou um animal que pensava ser um leão e batizou o lugar baseado nisso (Singa = Leão e Pura = cidade, templo). Acontece que não lá leões no Sudeste Asiático; é mais provável que o príncipe indonésio avistara um tigre.

Marina Bay Sands, a megalomania em concreto e navio: teatros, cinemas, centro de convenções e um cassino. No topo, palmeiras e piscina, para curtir observando o horizonte - a Malásia, inclusive.

Pôr-do-sol no Rio Singapura

:: Em KL, 20h41.
:: Ouvindo: Djavan.